segunda-feira, 28 de agosto de 2017

VIRÁ DE NOVO O DILUVIO SOBRE A TERRA?


 
Segundo os relatos bíblicos, o Dilúvio aconteceu por causa da corrupção geral do género humano num tempo em que se multiplicava continuamente a maldade na Terra e Noé era um homem justo a quem Deus terá inspirado para construir uma Barca de grandes dimensões onde se colocaria ele com sua familia e também animais de várias espécies preservando-as de destruição.
 
A grande nau foi feita em madeira de Gofer (semelhante ao pinheiro) e levou muito tempo a construir enquanto o povo escarnecia de Noé e de seus filhos que ajudaram a fazê-la de acordo com as medidas que lhe foram indicadas e teria 300 côvados de comprimento, cinquenta de largura e 30 de altura, com andares baixos segundos e terceiros, tal como lhe fora ordenado.
 
Assim... “Era Noé da idade de 600 anos, quando o dilúvio veio sobre a terra e entrou ele e seus filhos e sua mulher e as mulheres de seus filhos, na Arca” (Génesis 7: 6 e 7), fechando a porta que não mais abriu até que as águas subiram, chovendo 40 dias ininterruptamente, arrastando a barca que navegou durante muitos dias e noites, tendo repousado depois sobre os “montes Ararat no sétimo mês, no dia dezassete..." como se refere no cap. 8, vers. 4 do Génesis.
 
As águas, segundo o mesmo livro, perseveraram durante 150 dias e ao fim do 40º Noé abriu uma das janelas e soltou uma pomba para ver se as águas tinham diminuido mas ela voltou de novo porque não tinha encontrado pouso em terra. Então, Noé terá esperado mais 7 dias e voltou a soltá-la e a pomba voltou com um ramo de oliveira no bico (é daqui que vem o simbolismo da Pomba da Paz) e viu Noé que as águas tinham baixado. Esperou mais sete dias e soltou-a e ela não voltou mais. Então abriu a porta da Arca para libertar todos os animais que ocupariam novos territórios onde se reproduziriam.
 
Muito dizem hoje que tudo isso não passa de uma lenda ou história antiga alimentada pela imaginação ou crenças da religião, mas na verdade os relatos bíblicos constam também noutros textos antigos de vários povos do mundo e conferem com um achado arqueológico no monte Ararat que se situa naTurquia onde vários esquiadores terão descoberto algo nesse sentido no ano 2009. Também já existia uma foto classificada do exército dos EUA tirada no ano 1968 que confirmam isso...
 

 
Portanto, a questão é: Voltará a acontecer de novo o dilúvio sobre a face da Terra? Jesus dizia que sim no seu Sermão Profético para tempos de “Juizo Final” que tudo indica serem os do século actual. De resto, são os próprios cientistas que já o afirmam dizendo que os degelos polares vão aumentar o nível das águas do mar, e as alterações climáticas são um sinal de alerta que a Humanidade deve considerar, além do próprio do eixo da Terra que se está a inverter ou a inclinar.
 
Porém, os homens continuam fazendo olhos cegos e ouvidos moucos ao que se está a passar e se preocupam mais com o crescimento economico, os déficits orçamentais, a bolsa de valores ou o mercado de capitais, em vez de tomarem as “medidas de Noé” para preservar a vida nos dias actuais. Como isso não acontece, então intervirão seres de outra ordem evolutiva que salvarão parte da Humanidade e todos os animais que farão parte do Mundo Novo após este sofrer a necessária transformação. Parece que a história se repete, mas não mais se repetirá no futuro porque a Terra se modificará e se elevará também a uma outra Dimensão.
 
Rui M. Palmela

terça-feira, 15 de agosto de 2017

OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO



 
 
Considerado o maior achado do século XX, os Manuscritos do Mar Morto são um conjunto de textos com mais de 2000 anos escritos pelos Essénios que era um povo humilde de grandes conhecimentos, originário do Egipto, que formavam um grupo de Judeus que abandonaram as cidades e rumaram para o deserto, passando a viver em Qunram às margens do Mar Morto.

Os Essénios foram uma das três principais seitas religiosas da Palestina (Saduceus, Fariséus e Essénios) e acreditava-se que Jesus foi membro do grupo do norte que se concentrava ao redor do Monte Carmelo, como de resto o tinha sido seu primo João Baptista.
 
Os Manuscritos revelam coisas muito importantes que não fazem parte da Bíblia porque os escribas e fariseus eram contrários a Jesus e serviam mais os interesses dos Sacerdotes do Templo que o perseguiam tendo por isso sido omitidos muitos de seus ensinamentos depois da crucificação.
 
Os textos falam do Curandeirismo ou métodos naturais de cura e tratamento das doenças que hoje chamamos de Medicinas Alternativas, fala da importância do Vegetarianismo, fala da Reencarnação que era uma crença muito comum naquele tempo, fala da divisão justa das colheitas e riquezas entre o povo, fala da relação pacífica dos homens com os animais de que Jesus era o seu maior exemplo...
 
Enfim, muito se pode concluir deste grande achado arquelógico que durante dois milénios se encontrava numas cavernas junto ás margens do Mar Morto. Os papiros foram encontrados casualmente por um pastor beduino (Muhammad Did) que procurava uma de suas cabras desgarradas que se tinha perdido entre as rochas e certamente não foi por acaso que tal aconteceu, pois terá sido atraido àquele local onde se encontrava um grande ‘tesouro’ que se encontra actualmente guardado no Santuário do Livro do Museu de Israel em Jerusalém, tendo sido visitado pelo ex Presidente dos EUA Barack Obama na companhia do 1º MInistro de Israel Benjamim Netanyahu.



Os textos estão preservados do contacto com as pessoas e são de longe a versão mais antiga do Velho Testamento, datando de mil anos antes do texto original da Bíblia Hebraica usada pelos judeus.

Por fim, o Papa Bento XVI estabeleceu no dia 5-4-2007 uma relação entre Jesus e os Essénios na sua homilia na "Missa da Santa Ceia" realizada na basílica romana de S. João de Latrão, referindo-se aos Manuscritos de Qunram.      
 
 
Rui M. Palmela
 

sábado, 12 de agosto de 2017

SHAMBHALLA


 
Shambhalla, em sânscrito significa "lugar de paz", é uma localidade mítica, habitada por uma comunidade de seres perfeitos e semi-perfeitos que em silêncio e segredo são os guias da evolução da humanidade.
 
Segundo a lenda, somente os puros de coração podem viver em Shamballa. Ali desfrutam de completo bem estar e felicidade em uma existência sem sofrimento, sem angústia de desejos, sem doença ou velhice. Não há injustiças; as pessoas são belas e possuem faculdades psíquicas ou extra-sensoriais. São altamente avançadas sob todos os aspectos, do espiritual ao tecnológico, do artístico ao científico.
 
Os textos religiosos tibetanos descrevem a natureza física de Shambhalla com detalhes, com sua estrutura semelhante ao lótus de oito pétalas, onde oito regiões aparecem cercadas de montanhas. A capital é Kalapa. Os palácios são ornamentados com ouro, diamantes, corais e outras gemas preciosas. Cercado de picos recobertos de gelo, o conjunto, montanhas e palácios, são como uma jóia arquitetônica refletindo uma luz cristalina.
 
Uma tecnologia avançada é usada em Shambhalla; um palácio possui clarabóias que polarizam a luz e são como lentes de "telescópios" que servem também para estudar o Cosmos e a vida noutros mundos. Há milênios que os habitantes de Shambhalla usam veículos-naves que circulam nos subterrâneos através de um sistema complexo de túneis, alguns saindo para a superfície, tendo sido observados no céu em várias partes do Mundo.
 
Os Shambhallens possuem faculdades telepáticas e clarividência e o poder da levitação, podendo também projectar seu corpo astral para qualquer lugar, tendo a habilidade de se materializar ou desmaterializar perante o olhar comum dos humanos.
 
Nicholas Roerich, descreve Shamballah como estando "no meio de colossais montanhas perenemente nevadas, com vales luxuriantes e fontes de água quente”... Quanto ao seu acesso, Roerich refere que “nos contrafortes dos Himalaias existem muitas grutas que vão até grandes distâncias, sob o Kinchinjunga”, falando inclusive da “porta de pedra” mítica que nunca foi aberta porque ainda não chegou o tempo. Estas profundas passagens conduzem a Shambhalla – o vale maravilhoso".

         
 
Lama, fala-me de Shambhalla!
 
- Mas vocês, os ocidentais, não sabem nada de Shambhalla – nem desejam saber nada. Provavelmente perguntas só por curiosidade; e pronuncias esse nome sagrado em vão.
Lama, não pergunto por Shambhalla ao acaso. Em toda a parte as pessoas sabem desse símbolo, embora lhe dêem nomes diferentes...Todos sentimos como, sob símbolos secretos, um grande segredo se esconde. Verdadeiramente, o cientista ardente aspira a saber tudo sobre Kalachakra (ensinamentos de Buda).
 
- Poderá isso ser verdade quando alguns dos ocidentais profanam os nossos templos? Fumam dentro dos nossos santuários sagrados; não compreendem nem querem venerar a nossa fé e o nosso ensinamento. Ridicularizam e menosprezam os símbolos cujo significado não penetram. Se visitássemos os vossos templos, a nossa conduta seria completamente diferente, porque o vosso grande Bodhisattva, Issa (Jesus), é verdadeiramente um dos que foi exaltado. E nenhum de nós difamaria os ensinamentos da misericórdia e da rectidão.
 
Lama, só os muito ignorantes e estúpidos ridicularizariam os vossos ensinamentos… Porque é que acreditas que no ocidente não sabemos nada de Shambhalla?… Vês que estou a ler o Kalachakra. Sei que um espírito elevado, se estiver preparado e ouvir uma voz proclamando Kalagiya, é o chamamento de Shambhala. Sabemos que Tashi Lama visitou Shambhalla... Até sabemos a canção Mongol sobre Shambhalla. Quem sabe talvez até saibamos muitas coisas novas para ti.
O Lama estudou-nos com o seu olhar penetrante. Depois disse:
 
- A Grande Shambhalla está nos confins do oceano. É o poderoso domínio celeste. Não tem nada que ver com a nossa Terra. Como e porquê vocês, pessoas da terra, têm interesse nisso? Só em alguns lugares, no longínquo Norte, se podem ver os resplandecentes raios de Shambhalla.
 
Lama, conhecemos a grandeza de Shambhalla. E sabemos da realidade desse lugar indescritível. Mas também sabemos da realidade da Shambhala real. Sabemos como alguns altos Lamas foram a Shambhalla, como no seu caminho viram coisas habituais do mundo físico. Sabemos da história do Lama Buryat e de como ele foi acompanhado por uma passagem secreta… Mais ainda, nós mesmos vimos um posto numa fronteira branca uma das três vigias de Shambhalla. Por isso, não me fales só da Shambhalla celeste, fala-me também daquela da Terra; porque sabes, tão bem quanto eu, que a Shambhalla da terra está ligada à celeste. E nessa ligação os dois mundos se unem.
 
O Lama ficou em silêncio. 
 
- Vens do ocidente e no entanto trazes notícias de Shambhalla. Verdadeiramente assim é: Provavelmente o raio da torre de Rigden-jyepo chegou a todos os países. Tal como um diamante, brilha a luz da torre de Shambhala. Ele está lá - Rigden-jyepo, infatigável, sempre vigilante nas causas da humanidade. Os seus olhos nunca se fecham. E no seu espelho mágico ele vê todos os acontecimentos da Terra"... (in Shambhalla, de Nicholas Roerich)
 

quinta-feira, 27 de julho de 2017

A TESE DA TERRA PLANA Á LUZ DA TERRA OCA


 
 
Só existe uma explicação lógica para a tese da “terra plana” numa perspectiva da Terra Oca onde só é possivel existir um vasto 'reino' terraplano iluminado por um Sol dentro da própria atmosfera limitada por um 'domo' ou espaço físico a que chamam de ‘Firmamento’ sem mais nenhuma visão do que exista para além dele.

As referências bíblicas que os terraplanistas fazem de um mundo plano onde as águas de cima foram separadas das águas de baixo, corresponde exatamente à ideia das que existem na superfície e no interior do planeta, sendo certo que cientistas da Actualidade descobriram recentemente um vasto Oceano no interior da Terra a 644 Km abaixo da crosta, portanto dentro de um ‘circulo’ fechado que impede essas águas de sairem para o espaço exterior.

Só assim é possivel perceber ou aceitar uma tese que doutro modo não faz qualquer sentido e se vislumbrará uma verdade que os próprios terraplanistas (e a maioria dos globalistas) desconhecem, revelada de resto por muitos autores que já falavam de um Reino Subterrâneo onde vive uma civilização mais perfeita e avançada milhares de anos, conhecida há muito pelos monges budistas hindus e tibetanos.

Francis Bacon, no seu livro a Nova Atlântida fala-nos da Ilha Branca, Morada dos Bem-Aventurados, que teria existido na superfície terrestre mas cujo povo se transferiu para o Interior da Terra aquando da grande catástrofe diluviana há milhares de anos.

Thomas Moore, no seu livro Utopia faz menção a uma região desconhecida com uma Sociedade altamente organizada e liderada pelo Rei Utopos, que bem pode ser o “Rei do Mundo” cuja morada é Shamballah; Tommaso Campanella, no seu livro a Cidade do Sol aborda temas muito semelhantes aos referidos por Thomas Moore;

Júlio Verne, o conhecido autor da Viagem ao Centro da Terra também fala-nos duma aventura vivida através de uma rede de túneis que levam a lugares desconhecidos no interior do Planeta onde existem espécies vegetais e animais que se julgavam extintos.

Bulwer Lytton, escreve em “A Raça futura” um romance entre um homem da superfície com uma entidade feminina dos mundos subterrâneos que lhe mostra como está organizada a sua Sociedade onde vive com um nível social, tecnológico e espiritual bastante avançada em relação a nós;

James Hilton, no livro Horizonte Perdido, fala-nos de uma região inóspita nos Himalaias que se denomina Shangri-Lá onde impera a harmonia dos seus habitantes que supostamente teriam descoberto há muito o “elixir da longa vida”...

Helena P. Blavatsky, a grande teosofista russa , escreve inúmeras obras nas quais Ísis Sem Véu e A Doutrina Secreta, que falam de um lugar onde se encontram os Santos Sábios no Governo Oculto do Mundo.

Saint-Yves d´Alveydre, na sua obra Missão da Índia fala-nos minuciosamente de um reino de Agharta e todos os seus aspectos hierárquicos, filosóficos, sociológicos, políticos e tecnológicos, duma grande Sociedade que se localiza no interior da Terra;

Ferdinand Ossendowski, na sua obra sobre Animais, Homens e Deuses, fala-nos das suas viagens pelo Oriente e dos relatos antigos relacionadas com os Mundos Subterrâneos e o enigma do Rei do Mundo e das suas profecias;

Alice Bailey, fala-nos de Shamballah, Lugar Sagrado no Centro do Mundo onde se situa um “Sol Central”, cuja luz origina as chamadas Auroras Boreais e Austrais através dos Polos, e não o Sol a 150 milhões de Km da Terra;

René Guénon, em o Rei do Mundo, fala-nos das inúmeras tradições em todo o planeta que descrevem a existência de Agharta e de Shamballah, assim como das cavernas e túneis subterrâneos que se perdem nas profundezas da Terra, Gaia ou Urântia, como também é conhecida;

Também Raymond Bernard, Nicholas Roerich, Alexandra David-Neel e o ilustre Henrique José de Sousa deram o seu melhor contributo em prol da divulgação dos Mundos Subterrâneos e falando abertamente de um País Maravilhoso com suas cidades explendorosas no interior da Terra.

Mas foi o Almirante Richard Byrd que mais conheceu de perto esses reinos após expedições ao Polo Norte e Polo Sul em 1947 tendo visto uma “Terra de Eterno Mistério” e contactado pessoalmente com o povo de Agharta contando toda a sua experiência no seu Diário que se manteve secreto até ao dia de sua morte e só 10 anos depois se tornaria conhecido e todos podem ver aqui:
http://www.novaera-alvorecer.net/DIARIO_SECRETO.htm

Rui M. Palmela

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

NICOLAS TESLA E A ENERGIA DA TERRA

 
 
“Queria iluminar toda a Terra. Há eletricidade suficiente para criar um segundo sol. A luz apareceria ao redor do equador, como um anel ao redor de Saturno.

A humanidade não está preparada para a grandeza. Em Colorado Springs impregnei a Terra com eletricidade. Também podemos espalhar as outras energias, como a energia mental positiva, que se encontra na música de Bach ou Mozart, ou nos versos dos grandes poetas...

No interior da Terra há energias de alegria, paz e amor que se expressam, por exemplo, através de uma flor que cresce, dos alimentos que saem dela e tudo o que a torna o lar do homem. Passei anos buscando a maneira para que esta energia pudesse influir nas pessoas. A beleza e o aroma das rosas podem ser utilizados como uma medicina e os raios do sol como alimento. A vida tem um número infinito de formas e o dever dos cientistas é encontrá-las em todas as formas da matéria...

Há vários problemas na Humamidade que ainda não foram resolvidos. Um deles é a comida. Que energia, estelar ou terrestre, pode alimentar todos os famintos da Terra? Com que vinho se pode saciar toda a sede para que as pessoas possam animar seu coração e entender que são deuses? Outra coisa é destruir o poder do mal e o sofrimento que ocorre na vida do homem...

Neste século, a doença se estendeu da Terra ao Universo. Descobri uma estrela que, de acordo com as leis astronômicas e matemáticas, poderia desaparecer e, mesmo assim, nada se modificaria. Essa estrela está nesta galáxia. Sua luz pode ser emitida com tal densidade que encaixa numa esfera menor que uma maçã e ao mesmo tempo mais pesada que o nosso Sistema Solar.

As religiões e as filosofias ensinam que o homem pode chegar a ser o Cristo, Buddha ou Zaratustra. O que estou tratando de demonstrar é que há que fazer no Universo para que cada ser nasça como Cristo, Buddha ou Zaratustra. Sei que a gravidade é adversa a tudo que tenha que voar e minha intenção não é fazer os dispositivos de voo (aviões ou mísseis), mas ensinar ao indivíduo a recuperar a consciência sobre suas próprias asas”...

NICOLA TESLA
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